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Publicado em 27/05/2015 21:48:34

Segundo Especialista em Linux Windows e OS X são malwares


 
Quando o assunto é sistema operacional para PCs, há quem prefira o Windows, há quem goste do OS X, ou ainda aqueles que optam pelo Linux. Muito se discute sobre a segurança de cada plataforma, que, assim como qualquer programa, não estão imunes a ataques. Mas para Richard Stallman, fundador do projeto GNU e "guru" do Linux, os próprios sistemas podem ser sinônimo de malware.
 
Com base nesse conceito, o que Stallman afirma é que os sistemas operacionais mais populares do mundo, como Windows, OS X e Android são grandes ambientes virtuais que propiciam o acúmulo de malwares, mesmo involuntariamente.
 
É preciso deixar claro que não estamos falando de vírus de computador. O malware é uma expressão que tem origem nas palavras inglesas "malicious software" (programa malicioso, na tradução livre). Geralmente, este tipo de mecanismo se disfarça como uma ferramenta útil ao usuário, mas que acaba por comprometer o desempenho da máquina ao abrir brechas de segurança propositais no dispositivo.
 
Nem mesmo o Android escapa dessa. Segundo o especialista em Linux, o sistema operacional móvel do Google, embora utilize uma licença Apache 2.0 - que, tecnicamente, o coloca na condição de software livre -, contém malwares em sua arquitetura que podem ser usados como porta de entrada para forçar a instalação ou remoção de ferramentas remotamente por terceiros.
 
"Que tipos de programas constituem malware? Sistemas operacionais, primeiramente. O Windows é bisbilhoteiro e prende os usuários [no PC], enquanto nos dispositivos móveis ele censura aplicativos. Ainda possui uma 'brecha de segurança' universal que permite que a Microsoft remova mudanças em software de forma remota. A Microsoft sabota usuários do Windows ao mostrar buracos de segurança para a NSA antes de consertá-los", afirmou.
Stallman também deu um parecer nada positivo sobre os sistemas da Apple, dizendo que "o Mac OS bisbilhota e prende" e que o "iOS [além de tudo isso] também possui uma brecha de segurança" e censura determinados aplicativos.
 
Outro ponto defendido por Stallman é que esse sentido de malware se estende para qualquer dispositivo inteligente, como carros e Smart TVs. Para ele, esses equipamentos podem facilmente ser utilizados para fins de espionagem por conta de recursos de reconhecimento facial e comandos de voz. Logo, podem apresentar risco à segurança dos usuários.
 
Apesar de Richard Stallman ser considerado um extremista em suas declarações, não podemos dizer que ele está totalmente equivocado em sua opinião sobre os sistemas operacionais. Mesmo que as empresas não confirmem tais brechas de segurança, fato é que hoje as pessoas estão mais preocupadas em manter suas informações mais protegidas e blindadas (ou quase isso) de possíveis ameaças virtuais, que entram justamente pelas plataformas de PC e mobile.
 
Na visão de Stallman, que afirma nunca ter tido um smartphone, a solução é rejeitar qualquer serviço online que possa rastrear seus dados, independentemente se a ferramenta for gratuita ou paga.

Fonte: Canaltech

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